Autor: Marco Antonio de Moraes (Marquito)
Rincão Feio - na canhada após o cerro,
na beira do banhado,
existia um rancho cravado,
na terra vermelha missioneira,
como urutau em tronqueira,
camuflado na paisagem,
da morada só ficou a imagem,
foi arrancado com violência,
é mais uma ferida na querência,
mais uma tapera esquecida,
assombrada pela vida,
anoitece em silêncio!
(Esta história é fictícia, inspiração poética, qualquer semelhança com nomes e lugares é mera coincidência).
Nas grotas da biboca,
mutuca espanta gente,
touro brabo faz da volta,
campereada se faz rindo,
nos campos da Bossoroca!










